A necessidade de liquidez dos proprietários, os ajustes de preços e as
alterações legais e fiscais podem animar o mercado imobiliário este ano,
segundo um relatório da consultora Jones Lang LaSalle.
“A maior flexibilidade dos proprietários, que muitas vezes necessitam de
obter maior liquidez, e algumas alterações legais e fiscais de relevo são
fatores que podem aumentar a procura pelo imobiliário português já em 2013”,
segundo o relatório “Mercado Imobiliário 2012
terça-feira, 26 de março de 2013
Retoma no mercado imobiliários pode acontecer em 2013
A necessidade de liquidez dos proprietários, os ajustes de preços e as
alterações legais e fiscais podem animar o mercado imobiliário este ano,
segundo um relatório da consultora Jones Lang LaSalle.
“A maior flexibilidade dos proprietários, que muitas vezes necessitam de
obter maior liquidez, e algumas alterações legais e fiscais de relevo são
fatores que podem aumentar a procura pelo imobiliário português já em 2013”,
segundo o relatório “Mercado Imobiliário 2012
sexta-feira, 15 de março de 2013
O que muda no IMI em 2013
O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a pagar em 2013 vai pesar mais no orçamento das famílias. A par de uma subida das taxas, os proprietários terão de contar com o facto de estas incidirem sobre o novo valor patrimonial das casas que resulta do processo de avaliação geral que está a decorrer. Saiba o que muda e quanto poderá ficar a pagar
Taxas
No Orçamento do Estado de 2012, o Governo subiu as taxas do IMI das casas já avaliadas e não avaliadas pelas regras do imposto. O efeito desta subida será pela primeira vez sentido em 2013. Desta forma, a taxa a ser paga no próximo ano é fixada num intervalo entre 0,5% e 0,8% para as (poucas) casas ainda não avaliadas e entre 0,3% e 0,5% para as casas que já estão avaliadas. Até aqui estas taxas oscilavam entre 0,4% e 0,7% e entre 0,2% e 0,4% para as mesmas situações respetivamente.
Exemplo prático
O efeito conjugado da subida das taxas e da avaliação das casas fará com que, por exemplo, um T3 em Lisboa que tenha um valor patrimonial atual de 5700 euros pagou este ano um IMI de 38,47 euros, a uma taxa de 0,675% - porque a casa não estava ainda avaliada pelas regras do IMI. Com a nova avaliação a casa pode passou a ter um VPT de 100 mil euros, pelo que pagará 300 euros no próximo ano (tendo em conta a taxa de 0,3% fixada para a capital). Cláusula de salvaguarda
Para evitar subidas de imposto bruscas, está prevista uma cláusula de salvaguarda que será acionada em 2013 e 2014 que fará com que o IMI não possa aumentar mais de 75 euros do que o valor pago no ano anterior ou um terço da diferença entre o IMI anterior e o que resulte da nova avaliação. A escolha recairá sobre o montante mais elevado. Os agregados com rendimentos mais baixos terão uma cláusula de salvaguarda permanente que impede subidas anuais superiores a 75 euros. Isenções
O regime das isenções também mudou e ficou menos generoso. Apenas podem beneficiar de isenção as casas cujo valor patrimonial seja, no máximo, de 125 mil euros. Além disso, para estarem isentos, os proprietários não podem ter um rendimento coletável superior a 153 300 euros. O período máximo deste benefícios também foi reduzido para três anos, mas quem está ainda a beneficiar de períodos mais longos (10 e oito anos), mantém esse direito.
A taxa de IMI será entre 0,5% e 0,8% para casas não avaliadas e entre 0,3% e 0,5% para as casas que já estão avaliadas segundo novas regras
Fonte: Dinheiro Vivo
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Taxa de juro no valor mais baixo dos últimos anos. Preços das casas convidativos e com financiamentos que vão a 110% do valor de venda! Fale connosco...
A prestação da casa continuou a descer em dezembro passado, fixando-se em média, nos 265 euros, refletindo a queda da taxa de juro implícita no crédito à habitação para 1,615%, o valor mais baixo desde janeiro de 2009.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no crédito à habitação, que representa a relação entre os juros totais vencidos no mês de referência e o capital em dívida no início desse mês, recuou 0,086 pontos percentuais comparativamente a novembro.
Em dezembro de 2011, a taxa de juro implícita no crédito à habitação situava-se nos 2,714%, tendo tido quedas sucessivas desde essa altura.
A prestação média para a globalidade dos contratos de crédito à habitação diminui três euros, para 265 euros.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a queda foi de 14 euros face a dezembro, fixando a prestação média em 326 euros
Em dezembro, a taxa de juro implícita para estes contratos era de 3,437%, diminuindo 0,095% relativamente ao mês anterior. No entanto, ficou ainda 1,439 pontos percentuais acima da taxa mínima, observada em maio de 2010.
O valor médio do capital em dívida dos contratos de financiamento destinados à aquisição de habitação era em dezembro de 61.915 euros (78.319 no caso dos contratos celebrados nos últimos três meses).
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Como está o mercado imobiliário?
Para responder a esta pergunta é necessário antes de mais saber qual a sua intenção no momento.
Para as diferentes intenções resultam diferentes resultados:
-Se quer comprar boas oportunidades de negócio existem;
-Se quer vender o preço da sua casa está sob pressão, não coloque a casa à venda fora de preço pois o mais certo é ter de baixar brevemente, podendo “queimar” a casa no mercado. Aconselhe-se com o seu profissional imobiliário pedindo-lhe um estudo comparativo de mercado, para colocar a casa no preço certo.
-Se quer vender para comprar, pode até fazer bom negócio pois se o preço da sua actual casa está a baixar, a que vai comprar também está, se vai comprar uma casa mais cara até beneficia com o diferencial;
-Se quer comprar para arrendar, além das boas oportunidades que existem ainda vai beneficiar das recentes ferramentas existentes para os despejos dos incumpridores.
-Se quer arrendar como inquino, hoje existe uma maior oferta em relação ao ano passado, os preços também estão mais baixos. Lembre-se que arrendar só compensa se quiser ficar no imóvel pouco tempo, ou se não tiver acesso ao crédito no imediato, uma vez que as rendas ainda são superiores àquilo que se paga ao banco em prestações. Para aqueles que pensão que está difícil ter acesso ao crédito bancário, desenganem-se pois nem sempre é assim… Aqui entramos nós como imobiliária para o aconselhar.
Como pode ver dependendo da sua intenção, podemos ter vários resultados.
Se não se encontra em nenhuma das situações que descrevo acima terei todo gosto em ajudar.




