Segundo o site Hostelworld.com, os primeiros quatro melhores hostels do mundo são portugueses, estão em Lisboa - Yes! Lisbon Hostel, Home Hostel, Travellers House e Living Lounge Hostel -, e foram premiados com os quatro primeiros lugares dos Hoscars 2013.
A nível mundial, o Hostelworld atribuiu ainda mais um prémio ao Lisboa Central Hostel, que ocupa o 8º lugar nos dez melhores pequenos (até 50 camas) hostels do mundo.
O Yes! Lisbon Hostel venceu também um prémio como melhor hostel de grandes dimensões (entre 101 e 250 camas) e os Home Hostel, Travelleres House e Living Lounge Hostel venceram os três primeiros lugares dos hostels de médias dimensões (entre 51 e 100 camas).
Desde 2008 que Lisboa está representada no top dos dez melhores hostels mundiais, quando o Travellers House obteve o 8º lugar, mas foi no ano seguinte, em 2009, que a capital se apoderou do pódio. Nesse ano o Travellers House subiu ao primeiro lugar e foi seguido pelo Rossio Hostel e pelo Living Lounge Hostel, escreve a Lusa.
Nos últimos quatro anos, a competição verifica-se principalmente entre hostels lisboetas, que mantêm o pódio e apenas variam a sua posição entre os melhores.
No ano passado, o hostel Dixon's Oporto (no Porto) arrecadou o terceiro lugar de melhor hostel do mundo, seguido dos também portuenses Porto Spot Hostel e Rivoli Cinema Hostel.
Os prémios são atribuídos no seguimento das opiniões dadas online pelos utilizadores dos hostels e do site Hostelworld em áreas como a segurança, limpeza, equipamentos, simpatia da equipa, ambiente e localização.
O convívio entre hóspedes, a partilha de espaços (quartos incluídos), o ambiente familiar e os preços baixos são os conceitos na origem dos hostels, que começaram a proliferar em Portugal a partir de 2005 - atualmente, estão inscritos no site de reservas www.hostelworld.com 63 espaços em Lisboa, 36 no Porto, 20 em Lagos, oito em Coimbra e seis em Faro.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Portugueses ainda preferem comprar casa.
De acordo com o Boletim Económico da Primavera do Banco de
Portugal, esta diminuição do investimento pode ser vista como uma tendência de
médio prazo, decorrente da estabilização do stock de habitação, depois do
aumento registado nos anos 90. 2014 deverá trazer alguma estabilização do
investimento residencial.
Assim, a procura de imóveis dá-se de forma constante, com uma abrangência diversificada mas mais restrita. Segundo o Catálogo de Estudos de Mercado relativamente ao II Trimestre de 2013 – elaborado pelo Gabinete de Estudos da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal –, o interesse por imóveis para arrendamento rondou os 45,5% em alguns distritos, em mais de metade das pesquisas efetuadas.
Nomeadamente nas pesquisas feitas ao Portal Casa Yes, durante o primeiro trimestre do ano, as procuras feitas rondavam os 300 e os 500 euros para 38,7% dos casos, seguidos de valores iguais ou inferiores a 300 euros (37,8%), e dos 500 aos 700 euros, com 14,4%.
Por outro lado, cerca de 52,7% das pesquisas efetuadas no mesmo portal destinam-se a compra de habitação. 24,8% das procuras destinam-se a valores iguais ou inferiores a 75.000 euros, 30,8% das procuras entre os 75.000 e os 125.000, e 19,9% entre os 125.000 e os 175.000. Já quanto à oferta, os valores médios situam-se entre os 75.000 e os 125.000 (29,1%) e entre os 125.000 e os 175.000.
Lisboa é o concelho mais procurado no mesmo motor de busca, com 10,8% das procuras, com 15,9% da busca total de apartamentos, 7,2% dos imóveis não residenciais, 8,3% nos imóveis para compra e 14,8% para arrendamento. Vila Nova de Gaia, por outro lado, lidera as procuras de moradias, com 4,5% de pesquisas.
Fonte:Vida Imobiliária
quinta-feira, 4 de julho de 2013
PPR paga casa e outros créditos
Os Planos de Poupança Reforma (PPR) ou de Educação (PPE) podem ser utilizados para o pagamento de prestações de créditos à habitação, mas também de outros empréstimos garantidos pela hipoteca do imóvel. No entanto, só podem ser usados montantes entregues há mais de cinco anos, de acordo com a terceira alteração à lei, publicada ontem em Diário da República. A possibilidade de mobilizar os planos poupança (Reforma e Educação) para pagar prestações de outros créditos, desde que tenham como garantia a casa própria e permanente, é uma das novidades deste novo diploma. Ou seja, as poupanças podem ser usadas para pagar créditos – com prestações em atraso ou futuras – de aquisição mas também de construção, obras de conservação, aquisição de terrenos e todos os outros "garantidos por hipoteca sobre imóvel".
O diploma proíbe ainda os bancos e as seguradoras de cobrarem comissões e aumentarem os spreads dos contratos, duas medidas que foram ao encontro das reivindicações da Deco. No entanto, há pelo menos uma medida ‘controversa’ na nova lei, adianta ao Correio da Manhã João Fernandes, jurista da Deco: as limitações à utilização destes montantes.
Segundo a lei, os planos só podem ser usados após cinco anos da primeira subscrição, mas poderá ser a totalidade se o montante das entregas "efetuadas na primeira metade de vigência do contrato representarem pelo menos 35%".
O jurista critica ainda o facto de não ter sido criado nenhum mecanismo que evite deslocações mensais às instituições. "Como os montantes podem ser usados não só para para as prestações vencidas como para as que se vão vencer, os consumidores terão de solicitar o resgate todos os meses", sublinhou João Fernandes. Para o jurista, este processo "é desconfortável e desincentiva a utilização" desta solução.
Fonte: Correio da Manhã
quarta-feira, 3 de julho de 2013
IMI: cuidados a ter antes de pagar o imposto
Todo o cuidado é pouco
no momento de pagar o
imposto municipal sobre imóveis (imi).
Isto porque a nota de liquidação pode conter
erros, com por exemplo a cláusula de salvaguarda não estar accionada
ou o imposto ainda estar a ser calculado tendo por base o valor patrimonial
tributário (vpt) antigo, ou seja, sem comtemplar o vpt fruto do
processo de avaliação geral de imóveis. Desta forma, a deco – associação
portuguesa para a defesa do consumidor aconselha a ver com atenção a nota de
liquidação e, se houver incoerências, a expor a situação nas finanças.
De
acordo com o dinheiro vivo, que se apoia em recomendações da deco, a probabilidade de haver
erros na nota de liquidação de imi é reduzida, mas real: há casas já com vpt
revisto em alta que vão pagar menos imi porque a taxa de imposto aplicável
(0,3% e 0,5%) é mais baixa que a dos vpts “antigos”, que oscila entre 0,5% e
0,8%). Mas há proprietários que
receberam há vários meses o resultado da avaliação da sua casa, sendo que esta
não foi tida em conta na factura de imi a pagar, pelo que podem de ter de vir a
ser ressarcidos.
Na opinião de António
Ernesto Pinto, da deco, a administração fiscal deveria tomar a
iniciativa de devolver o dinheiro ao proprietário quando detectar que este
pagou mais que o devido.
Já o bastonário da ordem dos técnicos oficiais de contas, Domingues de Azevedo, adiantou que as notas de
liquidação não podem ser corrigidas posteriormente se o vpt da casa foi fixado
já em 2013, porque o imposto refere-se a 2012. “Um ofício circulado não faz
lei", frisou, salientando que o imi tem de ser calculado com base no vpt
existente a 31 de dezembro de 2012.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O valor médio das casas em portugal ronda os 984 euros por m2
Apesar desse facto, existem casas em Portugal que se vendem a 24 mil euros o metro quadrado. Tendo em conta que o valor médio no país é de 984 euros/m2, consegue-se perceber que estamos a falar de casas de extremo luxo. No topo da lista está a região do Algarve, onde o preço de venda das residências de luxo registou, no último ano, precisamente os 24.400 euros/m2, segundo o Grupo alemão Engel & Völkers – um dos líderes mundiais do sector imobiliário de luxo, presente em Portugal desde 2006 – que acaba de divulgar o top das suas casas mais caras.
O segundo lugar da lista encontra-se a poucos quilómetros da capital, em Cascais. Na Boca do Inferno, o preço por metro quadrado de uma moradia familiar em frente ao mar ascende aos 11.728 euros. Segue-se um apartamento no condomínio de luxo Estoril-Sol, na primeira linha de mar, com o preço por metro quadrado a chegar aos 11.186 euros. Na Quinta da Marinha, o preço por metro quadrado de uma moradia familiar ascende a 7.813 euros. O centro de Lisboa surge em quarto lugar da lista dos valores mais alto, com uma moradia em Alvalade a apresentar 3.900 euros/m2.
Apesar de todo o ‘fulgor’ que o mercado imobiliário português de luxo tem vindo a demonstrar nos últimos anos, também este tem sofrido alguma estagnação, com os preços a registarem uma baixa na ordem dos 20% comparativamente a 2012, segundo o estudo. Mesmo assim, continua a ser o segmento de mercado em Portugal que mais atrai investidores, e com uma taxa de sucesso mais elevada. De acordo com o estudo isto explica-se, em parte, pelo facto de o número de casas exclusivas em venda continuar a ser muito reduzido, uma realidade que é extensiva a toda a Europa.
Ainda esta semana foi vendida uma moradia na Estrela, do arquitecto português Ricardo Back Gordon. A casa recebeu o prémio FAD de Arquitectura 2011 e ainda teve ‘presença’ na Bienal de Arquitectura de Veneza 2010. Um produto que, só por estas distinções, tem um valor especial, com a particularidade de estar localizado no centro de Lisboa.
Manuel Neto, um dos sócios gerentes e administrador executivo da Engel & Völkers Lisboa, garante que nos últimos meses o mercado de luxo «tem registado uma franca recuperação, principalmente por ter sido recuperada a confiança nos preços por parte dos compradores».
Vendas demoram entre dois meses e três anos
Manuel Neto adianta ainda que o tempo de espera para venda depende muito das características do imóvel. «Boas localizações, centrais e de referência, com boa vista e espaço exterior, são as mais procuradas e, simultaneamente, as que são vendidas mais rapidamente. Este ano temos casas vendidas que entraram há dois meses no mercado, mas também fechámos um negócio de um imóvel de luxo que estava há cerca de três anos à venda».
O responsável da Engel & Völkers Lisboa revela que projectos únicos são sempre mais difíceis de vender, porque é necessário encontrar o comprador ideal, «mas são interessantes de comercializar e um desafio ao nosso trabalho».
A empresa destaca, por exemplo, duas moradias geminadas no Restelo, em Lisboa. Com uma área habitável de 480 m2 cada, estes imóveis possuem quatro pisos, onde impera a luz natural. As moradias estão à venda em conjunto ou individualmente, por 2,25 milhões de euros€ cada e 4,5 milhões as duas.
Como se vendem casas topo de gama
Manuel Neto explica como se vendem casas como estas: «Analisando as características do imóvel e quais os motivos que podem levar um cliente a comprar, e direccionando em seguida a divulgação junto dos clientes tipo», salienta. Na verdade, o responsável adianta que este tipo de produto é para quem aprecie arquitectura contemporânea e que dê importância à luminosidade e aos espaços exteriores, e que pretenda uma localização prime, a poucos minutos do centro de Lisboa.
Nestes casos, a comercialização inverte-se aqui um pouco, não é o comprador que procura casa mas é o vendedor que analisa o produto e procura potenciais interessados neste tipo de investimento.
Fonte: SOL
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