quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Evolução das casas entregues aos bancos.
O número de casas entregues aos bancos por
incumprimentos nos pagamentos está a estagnar. No primeiro semestre do ano, os
cinco maiores bancos nacionais (cgd, bcp, bes, bpi e santander totta)
registaram um crescimento praticamente
nulo nesta área de
negócio, para um total de 3,7 mil milhões de euros. Trata-se de um aumento de
3,25% face ao mesmo período do ano passado, o que compara com o aumento de
12,3% de 2012 face a 2011.
De acordo com o diário económico, o
facto de a banca estar a ficar na posse de menos casas deve-se à manutenção do incumprimento na habitação em níveis relativamente baixos e
à concentração de esforços por parte da banca na venda destes imóveis, dado os
elevados custos que representam.
A publicação escreve que quase dois
anos passados após o pedido de resgate internacional, que despoletou uma crise
que levou muitas famílias e construtoras a entregar as casas aos bancos,
começam agora a aumentar as perdas das instituições com estes imóveis.
Fonte: Idealista
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
4 melhores hostels do mundo são Portugueses
Segundo o site Hostelworld.com, os primeiros quatro melhores hostels do mundo são portugueses, estão em Lisboa - Yes! Lisbon Hostel, Home Hostel, Travellers House e Living Lounge Hostel -, e foram premiados com os quatro primeiros lugares dos Hoscars 2013.
A nível mundial, o Hostelworld atribuiu ainda mais um prémio ao Lisboa Central Hostel, que ocupa o 8º lugar nos dez melhores pequenos (até 50 camas) hostels do mundo.
O Yes! Lisbon Hostel venceu também um prémio como melhor hostel de grandes dimensões (entre 101 e 250 camas) e os Home Hostel, Travelleres House e Living Lounge Hostel venceram os três primeiros lugares dos hostels de médias dimensões (entre 51 e 100 camas).
Desde 2008 que Lisboa está representada no top dos dez melhores hostels mundiais, quando o Travellers House obteve o 8º lugar, mas foi no ano seguinte, em 2009, que a capital se apoderou do pódio. Nesse ano o Travellers House subiu ao primeiro lugar e foi seguido pelo Rossio Hostel e pelo Living Lounge Hostel, escreve a Lusa.
Nos últimos quatro anos, a competição verifica-se principalmente entre hostels lisboetas, que mantêm o pódio e apenas variam a sua posição entre os melhores.
No ano passado, o hostel Dixon's Oporto (no Porto) arrecadou o terceiro lugar de melhor hostel do mundo, seguido dos também portuenses Porto Spot Hostel e Rivoli Cinema Hostel.
Os prémios são atribuídos no seguimento das opiniões dadas online pelos utilizadores dos hostels e do site Hostelworld em áreas como a segurança, limpeza, equipamentos, simpatia da equipa, ambiente e localização.
O convívio entre hóspedes, a partilha de espaços (quartos incluídos), o ambiente familiar e os preços baixos são os conceitos na origem dos hostels, que começaram a proliferar em Portugal a partir de 2005 - atualmente, estão inscritos no site de reservas www.hostelworld.com 63 espaços em Lisboa, 36 no Porto, 20 em Lagos, oito em Coimbra e seis em Faro.
A nível mundial, o Hostelworld atribuiu ainda mais um prémio ao Lisboa Central Hostel, que ocupa o 8º lugar nos dez melhores pequenos (até 50 camas) hostels do mundo.
O Yes! Lisbon Hostel venceu também um prémio como melhor hostel de grandes dimensões (entre 101 e 250 camas) e os Home Hostel, Travelleres House e Living Lounge Hostel venceram os três primeiros lugares dos hostels de médias dimensões (entre 51 e 100 camas).
Desde 2008 que Lisboa está representada no top dos dez melhores hostels mundiais, quando o Travellers House obteve o 8º lugar, mas foi no ano seguinte, em 2009, que a capital se apoderou do pódio. Nesse ano o Travellers House subiu ao primeiro lugar e foi seguido pelo Rossio Hostel e pelo Living Lounge Hostel, escreve a Lusa.
Nos últimos quatro anos, a competição verifica-se principalmente entre hostels lisboetas, que mantêm o pódio e apenas variam a sua posição entre os melhores.
No ano passado, o hostel Dixon's Oporto (no Porto) arrecadou o terceiro lugar de melhor hostel do mundo, seguido dos também portuenses Porto Spot Hostel e Rivoli Cinema Hostel.
Os prémios são atribuídos no seguimento das opiniões dadas online pelos utilizadores dos hostels e do site Hostelworld em áreas como a segurança, limpeza, equipamentos, simpatia da equipa, ambiente e localização.
O convívio entre hóspedes, a partilha de espaços (quartos incluídos), o ambiente familiar e os preços baixos são os conceitos na origem dos hostels, que começaram a proliferar em Portugal a partir de 2005 - atualmente, estão inscritos no site de reservas www.hostelworld.com 63 espaços em Lisboa, 36 no Porto, 20 em Lagos, oito em Coimbra e seis em Faro.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Portugueses ainda preferem comprar casa.
De acordo com o Boletim Económico da Primavera do Banco de
Portugal, esta diminuição do investimento pode ser vista como uma tendência de
médio prazo, decorrente da estabilização do stock de habitação, depois do
aumento registado nos anos 90. 2014 deverá trazer alguma estabilização do
investimento residencial.
Assim, a procura de imóveis dá-se de forma constante, com uma abrangência diversificada mas mais restrita. Segundo o Catálogo de Estudos de Mercado relativamente ao II Trimestre de 2013 – elaborado pelo Gabinete de Estudos da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal –, o interesse por imóveis para arrendamento rondou os 45,5% em alguns distritos, em mais de metade das pesquisas efetuadas.
Nomeadamente nas pesquisas feitas ao Portal Casa Yes, durante o primeiro trimestre do ano, as procuras feitas rondavam os 300 e os 500 euros para 38,7% dos casos, seguidos de valores iguais ou inferiores a 300 euros (37,8%), e dos 500 aos 700 euros, com 14,4%.
Por outro lado, cerca de 52,7% das pesquisas efetuadas no mesmo portal destinam-se a compra de habitação. 24,8% das procuras destinam-se a valores iguais ou inferiores a 75.000 euros, 30,8% das procuras entre os 75.000 e os 125.000, e 19,9% entre os 125.000 e os 175.000. Já quanto à oferta, os valores médios situam-se entre os 75.000 e os 125.000 (29,1%) e entre os 125.000 e os 175.000.
Lisboa é o concelho mais procurado no mesmo motor de busca, com 10,8% das procuras, com 15,9% da busca total de apartamentos, 7,2% dos imóveis não residenciais, 8,3% nos imóveis para compra e 14,8% para arrendamento. Vila Nova de Gaia, por outro lado, lidera as procuras de moradias, com 4,5% de pesquisas.
Fonte:Vida Imobiliária
quinta-feira, 4 de julho de 2013
PPR paga casa e outros créditos
Os Planos de Poupança Reforma (PPR) ou de Educação (PPE) podem ser utilizados para o pagamento de prestações de créditos à habitação, mas também de outros empréstimos garantidos pela hipoteca do imóvel. No entanto, só podem ser usados montantes entregues há mais de cinco anos, de acordo com a terceira alteração à lei, publicada ontem em Diário da República. A possibilidade de mobilizar os planos poupança (Reforma e Educação) para pagar prestações de outros créditos, desde que tenham como garantia a casa própria e permanente, é uma das novidades deste novo diploma. Ou seja, as poupanças podem ser usadas para pagar créditos – com prestações em atraso ou futuras – de aquisição mas também de construção, obras de conservação, aquisição de terrenos e todos os outros "garantidos por hipoteca sobre imóvel".
O diploma proíbe ainda os bancos e as seguradoras de cobrarem comissões e aumentarem os spreads dos contratos, duas medidas que foram ao encontro das reivindicações da Deco. No entanto, há pelo menos uma medida ‘controversa’ na nova lei, adianta ao Correio da Manhã João Fernandes, jurista da Deco: as limitações à utilização destes montantes.
Segundo a lei, os planos só podem ser usados após cinco anos da primeira subscrição, mas poderá ser a totalidade se o montante das entregas "efetuadas na primeira metade de vigência do contrato representarem pelo menos 35%".
O jurista critica ainda o facto de não ter sido criado nenhum mecanismo que evite deslocações mensais às instituições. "Como os montantes podem ser usados não só para para as prestações vencidas como para as que se vão vencer, os consumidores terão de solicitar o resgate todos os meses", sublinhou João Fernandes. Para o jurista, este processo "é desconfortável e desincentiva a utilização" desta solução.
Fonte: Correio da Manhã
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